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Sábado fui vacinado. Pela 3a vez, vi, ouvi e senti o rock sujo da banda The Vaccines. Uns caras que já foram chamados de novos Strokes, que já criaram grandes expectativas antes mesmo do primeiro álbum e que já fracassaram num segundo álbum bem fraco. Mas ao vivo, esses são os caras. A platéia do Grand Metrópole cantou, gritou e vibrou, chamando a atenção dos músicos que mandaram aquele clichê de que “vocês são o público mais barulhento do mundo” e “eu tinha esquecido como vocês gritam e falam alto”. Essas coisas que a platéia curte ouvir e aplaude euforicamente depois. Quem esteve lá, viu uma performance intensa e vibrante, com “No Hope”, “Blow It Up”, “If You Wanna”, “Norgaard”, “Teenage Icon”, “A Lack of Understanding”, “Wetsuit”, “Weirdo” e “All in White” brilhando muito. Quando vi esses londrinos pela primeira vez, no Hyde Park, em Londres, sob o sol e com 60 mil pessoas na platéia, não deu muito certo. Mas o som dos caras funciona bastante numa casa fechada e com um público fiel. Se eu fosse você, não perderia quando eles voltarem. Vale muito a pena.

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