O tempo não dá tempo de pensar, porque no tempo não há tempo para esperar. O tempo é bom enquanto passa, mas angustia quando já era. Porque a felicidade consome o tempo rápido, já a tristeza estende cada segundo. O tempo é esse vilão. E esse amigo que oferece alguns momentos. Afinal, o que é o tempo se não memórias e histórias, mas também dias perdidos e improdutivos. O tempo traz lembranças, mas também arrependimentos. A idade a gente engana, mas o tempo não. Ele a gente nunca recupera. O tempo vai passando e a gente só se dá conta quando ele já foi. Está lá na frente, bem longe. Faz tanto tempo assim? Jura? Não é possível. Parece que foi ontem. Talvez tenha sido mesmo. Talvez tenha sido há 10 anos. Não sei, mas ele continua passando. Tic-Tac. Tic-Tac. Passando. Quem sabe um dia, tac-tic.

“Tempo, tempo mano velho, falta um tanto ainda eu sei

Pra você correr macio

Tempo, tempo mano velho, falta um tanto ainda eu sei
Pra você correr macio
Como zune um novo sedã

Tempo, tempo, tempo mano velho
Tempo, tempo, tempo mano velho
Vai, vai, vai, vai, vai, vai

Tempo amigo seja legal
Conto contigo pela madrugada
Só me derrube no final

Ah-ah-ah ah-ah
Ah-ah-ah ah-ah

Tempo, tempo mano velho, falta um tanto ainda eu sei
Pra você correr macio
Como zune um novo sedã

Tempo, tempo, tempo mano velho
Tempo, tempo, tempo mano velho
Vai, vai, vai, vai, vai, vai

Tempo amigo seja legal
Conto contigo pela madrugada
Só me derrube no final… oh-oh… oh-oh ah…

Uh… uh… ah au
Uh… uh… ah au
Vai, vai, vai, vai, vai, vai”

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