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Eu tinha 14 anos, morava em Cartagena de Indias, na Colômbia. Havia comprado pouco tempo antes um CD de uma banda inglesa chamada OASIS. Um vendedor de uma loja do Gonzaga, em Santos, que tinha me recomendado. Eu estava pirado nesse primeiro CD, o Definitely Maybe. Quando soube do lançamento do segundo álbum da banda, pedi para meu pai me levar numa loja de CDs que havia num centro comercial de Bocagrande, meu bairro em Cartagena. Perguntei pelo álbum do “Oeisis” e o vendedor me corrigiu no seu espanhol: Oácis? Comprei meu CD “Hecho en Colombia” e botei no rádio em casa. Ele começava com a introdução de Wonderwall, que já bombava nas rádios de Cartagena. “Estranho, o som está baixo”, e lá fui eu aumentar o volume até ser surpreendido pela introdução de “Hello”. Passei uns 2 anos dissecando este álbum, decorando todas as músicas, mudando minhas favoritas, que foram de “Cast No Shadow” a “Some Might Say”, de “Champagne Supernova” a “She’s Electric”. É dos melhores álbuns da história. Daqueles que você pode ouvir inteiro tranquilamente. Carregado de hits, recheado de memórias. O aniversário de 18 anos foi ontem e eu deixei passar, mas resolvi me redimir e fazer este post. Oasis foi das bandas mais importantes da minha vida, das que eu mais escutei. Até hoje acompanho as carreiras de Noel e Beady Eye, mas nada se compara com esta fase histórica. Carrego hoje 4 shows da banda no currículo, mais um solo de Noel e um do Beady Eye. Seguirei indo sempre que tiver oportunidade. \o/

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