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Cazuza, via Elisa Marconi, que tem estudado um dos grandes compositores e poetas da música brasileira. Já falei dele aqui.

“O tédio é o sentimento mais moderno que existe, que define o nosso tempo. Tento fugir disto, pois tenho uma certa tendência ao tédio. Mas eu sou animadérrimo… Sou muito animado para sentir tédio. Sou animado à beça, qualquer coisa me anima. Se você me convida para ir na Barra da Tijuca, eu te digo logo: ‘Vaaaamos!!!’ Qualquer besteira me anima. Tudo que já passei na minha vida, não conseguiu tirar esta animação. Eu me sinto sempre ganhando presentes. Se faço uma entrevista e leio depois no jornal, acho o máximo tudo, a foto, o texto… Estou sempre ganhando brinquedos. Me interesso por estes brinquedos um tempo, depois largo… Minha vida é muito assim, sempre morrendo de rir, nunca com tédio. E quer saber de uma coisa? O que salva a gente é a futilidade”.

“Eu tenho desprezo total pela Igreja e pela direita. Eu acho a direita uma coisa tão mesquinha, o poder individual, eles são tão… Eu gosto de viver no coletivo. Eu sou da esquerda porque tenho muitos amigos, gosto de dividir as coisas, acho super bonito dividir”.

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