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Arcade Fire, também conhecida por aqui como a melhor coisa do universo, fez duas grandes apresentações no Brasil no primeiro semestre. E muita gente que não queria me escutar se surpreendeu com a energia da banda no palco e com a poesia de suas letras e melodias. Obrigado por me mandaram SMSs após os shows dizendo que eu tinha razão. 😛

Pois no último sábado, tive o privilégio de ver uma apresentação ao vivo da banda canadense no Barclay’s Center, no Brooklyn, em NY. Eu já havia visto a turnê de Funeral em São Paulo em 2005, do The Suburbs em Londres em 2011, e as duas do Reflektor no Brasil, uma no Rio e outra no Lolla, em São Paulo.

Segundo de três shows marcados – e esgotados – na Big Apple, o show que vi foi um ponto fora da curva na turnê. Enquanto as duas apresentações em terras brasileiras e as outras duas em NY (a de sexta e a de domingo) mantiveram o setlist e virtuoses de toda a turnê, o show que vi foi bem diferente.

O tema de Jurassic Park, de John Williams, serviu como introdução da banda – recentemente o tema de Blade Runner, de Vangelis, vinha sendo usado. O homem dos espelhos, do clipe de Reflektor, não apareceu no começo do show para anunciar a banda nem durante a performance desta música, mas apenas na de Afterlife. We Exist se tornou um manifesto de ativismo gay, com dançarinos mostrando que eles existem. O cover típico da turnê, sempre com alguma relação com a cidade, foi de duas músicas do Ramones, mas com a presença de Marky na bateria. E rolou também uma homenagem ao Talking Heads, com o hino Psycho Killer.

Não tocaram e emblemática No Cars Go e a poderosa Power Out foi para o bis, exatamente antes do encerramento com Wake Up. A magnífica Crown of Love, que eu já havia visto ao vivo duas vezes, voltou ao setlist, talvez pela primeira vez nesta turnê. As espetaculares Month of May e Intervention também deram as caras. E Antichrist Television Blues, que eu também nunca tinha visto ao vivo, ganhou uma versão acústica e calma.

Não sei se a banda, em fim de turnê, quis dar uma pausa a seu setlist repetido à exaustão, principalmente num fim de semana com 3 shows seguidos. O que sei é que valeu a pena ver um show bem diferente daquele que havia visto no Brasil. O que me fez ter ainda mais certeza de que eles são, sim, a melhor coisa do universo.

 

Setlist:

  1. Jurassic Park: End Credits
  2. Rebellion (Lies)
    (intro played by fake band)
  3. (w/ ‘(Antichrist Television Blues)’ outro)
  4. (Régine on B-Stage)
  5. (‘Damian Taylor Remix’ intro)
  6. Encore:
  7. Psycho Killer
    (Talking Heads song) (Fake band on B-stage)
  8. (Ramones cover) (with Marky Ramone)
  9. (Ramones cover) (with Marky Ramone)
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