Talvez o mundo seja deles mesmo. Aqueles de lá. Talvez a gente já tenha sido derrotado pelo ódio. Talvez sonhos sejam apenas lembranças de uma vida feliz que já foi. Talvez o caminho, agora para trás, seja escuro e longo. Pelas trevas. Não importa. Mesmo que haja só violência e morte, chuva, raios e trovões, seguirei na luta pelo que eu acredito. Respirando fundo. Seguirei tentando despertar esse mundo mais igual, que faz todo o sentido no meu coração, mas que cada vez parece mais distante dos meus olhos. Ser justo e bom exige coragem e persistência. Paciência. Exige é convicção. E isso, meus amigos, nem o ódio mais violento vai tirar de mim.

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