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Há muitos anos, quando as baladas indies de São Paulo bombavam e muitas vezes você até acabava ficando de fora, eu costumava pedir essa música no fim da noite, quando o DJ já estava cansado de tocar e até aceitava sugestões. Normalmente, a gente dançava com Heinekken na mão, fazendo algumas coreografias inventadas na hora, e muita empolgação. O teto poderia ser aquele baixo e pichado do Milo, ou com o pé direito mais alto do CB. O bar poderia ser tranquilo como o do Vegas ou disputado como o do Astronete. A gente ainda era doido pra ir e voltar dirigindo nosso carro, até porque não tinha grana pra ficar pagando táxi. Normalmente terminávamos numa feira, comendo pastel, ou no Estadão, comendo sabe-se lá o que a bebedeira sugeria. Uma vez tive de correr lá de cima da varanda da Neu pra pista, porque o DJ tinha finalmente decidido tocar esta música.  O lugar estava quase vazio, mas os poucos que ali resistiam pularam ao som do The Teenagers. Uma bandinha que nasceu como uma brincadeira e ganhou as pistas pelo mundo. Esta música, inclusive, virou tema de um Reveillón maluco que passamos no Guarujá, com direito a virada na casa do provável próximo presidente da CBF, Marco Polo Del Nero. Uma mansão com quadra de tênis no telhado e iate no deck, cercado de crocodilos. Sem contar a gente dançando Kung Fu Panda no meio do condomínio, iluminados somente pelos faróis dos carros. Loucuras de uma noite de verão. Ofereço este post aos meus amigos. Todos que ao menos uma vez viveram algum destes momentos ao meu lado. \o/

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